A epilepsia do lobo temporal tem sido de especial interesse por uma perspectiva neuropsicológica, pois é uma síndrome comum, frequentemente com início na infância ou adolescência e um curso prolongado e intratável.

A função cognitiva entre esses pacientes é tipicamente caracterizada por comprometimento significativo da memória, embora agora seja conhecido que também podem ser observadas deficiências neuropsicológicas mais difusas.

Especificamente, descreveu-se um padrão médio de disfunção cognitiva generalizada, com menor desempenho em comparação com controles em todos os domínios cognitivos testados, incluindo a memória.

Embora informativo, a caracterização desse perfil neuropsicológico médio ou típico de pacientes com epilepsia do lobo temporal crônico não fornece informações sobre possíveis agrupamentos distintos ou tipologias cognitivas que possam existir dentro do grupo geral.

O declínio cognitivo progressivo ocorre em uma proporção de pacientes e parece estar associado a marcadores de um curso difícil de epilepsia (por exemplo, número de convulsões tônico-clônicas generalizadas ao longo da vida).

Em resumo, o estado neurocomportamental de pessoas com epilepsia é afetado por fatores não associados a convulsões ou seu tratamento, dado que há evidências de anormalidades antes do início da desordem, fatores associados ao curso ou consequências do transtorno e seu tratamento, bem como fatores neurobiológicos gerais que afetam a cognição em todos nós.

Aqui no Instituto Inclusão Brasil, fazemos avaliação neuropsicológica para pessoas com epilepsia.

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

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