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29 de Maio de 2012
Educação Inclusiva
DIAGNÓSTICO DE ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO: E AGORA?

Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Sócia-Proprietária do Instituto Inclusão Brasil. Consultora em Educação
Psicóloga Clínica e Educacional , Pedagoga Especialista e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil

Descrevo abaixo um relato de um caso feito por uma mãe....
 
Em março de 2010, quando fiz a primeira avaliação psicológica de meu filho, tudo o que sabia a respeito de superdotação era o que havia visto em programas de televisão que mostravam crianças falando sobre países, pianistas geniais muito precoces, sabiam ler e escrever com 3 anos de idade, o que realmente me impressionava. Porém meu filho não se assemelhava com este contexto, muito pelo contrário há alguns anos já estava apresentado problemas na escola e dificuldades de aprendizagem.
Agora com 12 anos a escola atual deu um cheque mate e pediu uma avaliação completa, fonoaudióloga, psicóloga, neurologista, etc.. Deixou claro que a escola não tinha nenhum problema e sim meu filho ou o ambiente familiar poderiam estar levando a meu filho a apresentar tantas dificuldades.
Aos 7 anos fez tratametno psicológico por 2 anos e a psicóloga falava que por ele ser filho único ele era mimado e as vezes acomodado, por isso tinha dificuldades de aguentar qualquer frustração e ter contato com amiguinhos de sua idade. Disse que seria passageiro os sintomas, visto que ele era apenas imaturo para idade. Passado 2 anos resolvemos tirá-lo da terapia porque não tinhamos resultados.
Começamos a via sacra. Cada profissional falava uma coisa diferente e ninguem chegava a uma causa específica ou diagnóstico das queixas apresentadas pelo meu filho, que eram exatamente, dispersão, sempre se queixando das escolas que passava (já tinhamos mudado meu filho em 3 escolas e nada resolvia no inicio tudo novo e depois as queixas apreciam novamente), só queria se relacionar com adultos ou crianças mais velhas, parecia perdido em devaneios, isolava-se com frequencia, seus desenhos eram estranhos e as vezes tinha atitudes infantis sem sentido. Muitas vezes apresentava agressividade e confronto com os profissionais da escola em outros momentos isolava-se e negava-se a fazer qualquer coisa, tudo era chato, desmotivante, parecia deprimido e triste. Portanto, a expectativa da nova avaliação psicológica era encontrar um problema, encontrar o algo “errado” que acontecia com meu filho.
 
A devolutiva da avaliação psicológica veio com o diagnóstico de meu filho ter altas habilidades e ou superdotação foi recebida em meio aos mitos que me povoavam. De início a minha indagação era: “mas meu filho não faz nada de extraordinário, como pode ser superdotado?” .
 
 
O acompanhamento com a psicóloga com meu filho, recebendo apoio através de orientções de Pais e visitas a escola mudou a vida de meu filho. O encontro com outros pais, inicialmente no mundo virtual, me fez aos poucos ir desconstruindo os mitos, as ideias errôneas e mesmo ver a superdotação como um problema, o que ela não é. Foram muitas as angústias que enfrentei antes de saber o motivo de uma criança que adora escola ficar tão desanimada, a ponto mesmo de ficar triste.
Buscar informação, conhecimento, trocas de experiências com outros pais, ajuda profissional é sem dúvida contribuir para o desenvolvimento saudável de uma criança superdotada.  
Hoje meu filho está muito bem na escola, tem amigos, está feliz e realizando muitas atividades fora da escola também. suas queixas pararam e seu comportamento está ótimo.
Descobrimos vários interesses que ele foi apresetnado após as terapias que continuam até hoje, que até então não se tinha observado pelo intenso sofrimento psíquico, e diria quase a beira de uma depressão que ele estava sendo mergulhado por falta de ser compreendido.
Espero que este relato ajude outros pais e crianças superdotatadas e talentosas que se encontram em sofrimento e funcionando com se fossem crianças patológicas e na realidade só não estão sendo respeitadas no que precisam.
 
 
O INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL, realiza avaliação psicodiagnóstica com enfoque nas competências e habilidades das crianças e jovens oferencendo não só psicoterapia mas orientção aos pais e consultoria a escola.
Temos encontrado em nossa clínica, alguns casos de crianças com altas habilidades e superdotação, com diagnósticos incorretos fazendo-os sofrer e o pior, sendo rotulados e ou diagnosticado de crianças-problemas, com deficiência intelectual, com deficit de atenção concentração, com hiperatividade, com problemas de conduta, com síndrome de Asperger, e ou tomando medicações psiquiátricas.

Ficamos a disposição para ajudá-los, entre em contato conosco:
 
INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL 
www.institutoinclusaobrasil.com.br
contato@institutoinclusaobrasil.com.br
(13) 30191443 ou (13) 34663504
 
São Vicente - SP

Esta publicação tem como objetivo oferecer informações, exemplos, dúvidas e sugestões sobre como implantar atividades para a identificação e o atendimento de alunos com altas habilidades, considerando as especificidades do Estado de São Paulo, e o tamanho de sua rede pública estadual. Ela é o resultado do trabalho de capacitação desenvolvido no CAPE, a partir de uma posição deliberada com relação à sistemática de implantação do atendimento às Pessoas com Altas Habilidades (PAH) no Estado de São Paulo. Essa posição vem obedecendo à opção por capacitar, inicialmente, os profissionais das muitas Diretorias do Estado, no sentido de multiplicar, em suas regiões, as ações necessárias à identificação e ao atendimento, nas próprias comunidades, dos alunos com altas habilidades. Essa decisão permitiu dar a partida a um processo que vem indicando direcionamentos posteriores, que levam em conta as dimensões do estado e a variedade de comunidades a serem atendidas, favorecendo a formação continuada do professor.
 
Acesse o conteúdo do livro na íntegra.
 
 http://cape.edunet.sp.gov.br/cape_arquivos/Um_Olhar_Para_As_Altas_habilidades.pdf

visitem também:
APAHSDF - ASSOCIAÇÃO DE PAIS, PROFESSORES E AMIGOS DOS ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES
http://apahsdf.blogspot.com.br/



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