Nos últimos anos, no Brasil, a temática do autismo tem ganhado cada vez mais relevância através das mobilizações feitas por ativistas, pessoas autistas, familiares nas redes sociais, na mídia e em suas comunidades.

Como resultado, o autismo tem sido mais e mais visibilizado na Legislação e nas Políticas Públicas de Saúde, Educação, Assistência Social, Direitos Humanos, dentre outras.

O autismo é um enigma inquietante que afeta tanto à criança como toda a família. O cuidado que requer uma criança autista é muito exigente para a família da criança. Os pais estão expostos a múltiplos desafios que têm um impacto forte na família (emocional, econômico e cultural).

O apoio profissional pode ajudar a lidar com uma criança autista. O papel do profissional psicólogo é fundamental para ajudar os pais a aprender a forma de manejar as condutas. O cuidado de uma criança com autismo pode ser exaustivo e frustrante. Infelizmente, nem todas as famílias têm acesso a esses serviços profissionais. Seja por falta de conhecimento ou de recursos financeiros.

Autismo traz às famílias lições importantes sobre como aprender a levar as duras demandas da vida com tolerância e humor.

Sabendo que mesmo sendo difícil receber este diagnóstico, as famílias tendem a dar a “volta por cima” com muita ajuda e apoio, para que dessa forma possam ajudar o Autista dentro de casa.

INCLUSÃO COMEÇA EM CASA

Todo autista tem direito de ser acolhido por sua família que deve ser fortalecida, instruída e instrumentalizada para defender os direitos humanos das pessoas com autismo, possibilitando seu pleno desenvolvimento e a inclusão na sociedade.

Não se perde direitos por ser autista. Crianças, jovens e adultos com autismo gozam dos mesmo direitos e dignidade que as demais pessoas. Sendo que, se necessário, devem ser garantidos os apoios e adaptações razoáveis para o exercício desses direitos.

Profissionais reconhecem o papel crucial da família para o desenvolvimento das pessoas autistas e que isso pode ser determinante no enfrentamento das barreiras impostas pela sociedade.

Mesmo assim, é frequente que lhes falte apoio e orientação. É comum ainda que as famílias assimilem preconceitos e concepções equivocadas acerca do autismo e da deficiência que permeiam o meio social, o que pode se constituir num componente reforçador de estigmas e das barreiras que levam à exclusão e segregação.

Apoio e orientação aos familiares, portanto, é fundamental para que elas possam bem desempenhar o papel de defender os direitos e promover o desenvolvimento das pessoas com autismo de maneira inclusiva.

As famílias, quando conscientes do seu papel, apoiam a inclusão, empoderam as pessoas com autismo em todos os aspectos da vida para que participem cada vez mais na sociedade.

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA INCLUSÃO ESCOLAR

A forma como a família lida com o autismo e seus componentes é um divisor de águas no processo de aprendizagem daquelas pessoas que possui uma dificuldade de entender o lhe é ensinado.

A escola talvez seja a experiência mais simbólica dada a sua relevância do processo de inclusão social do autista ainda com pouca idade.

A instituição e ensino deve, com base em sua realidade e na característica individual de cada aluno buscar estratégias para que o processo de aprendizagem aconteça com qualidade.

Todavia quando se fala em uma adolescente/ criança com Autismo a união das forças é sempre salutar no processo inclusivo. Quando família e escola realizam uma parceria que visa o desenvolvimento do aluno, os resultados tendem a ser muito melhores do que se não houvesse um esforço mútuo.

O professor é essencial para o sucesso das ações inclusivas, não somente pela grandeza de seu ofício, mas também pela razão da função social do seu papel.

Existem preceitos de aprendizagem que podem ser passados ao aluno com Autismo e aos demais, tais como:

  1. A descoberta que as pessoas ao redor são importantes
  2. A valorização da amizade
  3. Afetividade e amor
  4. Que o convívio com todos da escola ajuda-o na construção do conhecimento
  5. Que aprender com a rotina diária poderá contribuir para a independência e autonomia
  6. Que compartilhar interesses e sentimentos é uma forma de comunicação e faz parte dos processos inclusivos.

Todos estes pontos podem ser alcançados com facilidade e rapidez se os pais do aluno Autista se engajam no movimento inclusivo, pois eles, por conhecerem a rotina de seu filho, e também pela afetividade e amor, possuem condições de auxiliar no ensino, orientados pelos docentes e terapeutas de forma mais impactante sob a perspectiva positiva.

A FAMÍLIA TAMBÉM PRECISA DE ACOMPANHAMENTO

Além é claro de uma equipe multidisciplinar acompanhar o aluno Autista, e ajudar em seu desenvolvimento com eficácia. Assim também se deve acompanhar a família.

Esta por sua vez, tem suas dificuldades, sejam elas, emocionais, econômicas ou sociais, e o que implica em grande parte dos tratamentos, são as dificuldades que as famílias enfrentam e muitas vezes não sabem como lidar.

Por isto em todos os acompanhamentos tantos dos psicopedagogos ou dos terapeutas, é necessário observar a família envolvida.

Sugestões de atividades como: rodas de conversas, diário da família, sessões individuais com os pais são ótimas soluções para que as famílias enfrentem com segurança todos os seus desafios e preconceitos infelizmente existentes em nossa sociedade

Fontes:

ludovica.opopular.com.br

autismo.institutopensi.org.br

guiainfantil.com

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

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