Uma tarefa primordial dos ciberpsicólogos é conduzir pesquisas sobre a interação homem-máquina. Parte da pesquisa em ciberpsicologia se concentra em como a tecnologia mudou a atividade social humana. Por exemplo, um ciberpsicólogo estaria interessado em investigar como sites de mídia social como Facebook e Instagram mudaram nossa concepção de estar conectado a outros.

Da mesma forma, pesquisas podem ser conduzidas para determinar como a mídia social influencia o desenvolvimento do autoconceito e da identidade pessoal de uma pessoa.

Cyberbullying é um tema muito importante de discussão e pesquisa na comunidade de ciberpsicologia, bem como a exposição pessoal da privacidade das pessoas, perdendo os limites entre o que é público e privado.

Os ciberpsicólogos também estão interessados em aproveitar o poder da tecnologia para melhorar a maneira pela qual as pessoas aprendem. Por exemplo, um ciberpsicólogo pode desenvolver um estudo no qual eles explorem como as técnicas de aprendizado virtual podem melhorar o entendimento de um aluno sobre um conceito específico em matemática, ciências ou outro assunto primário. Além disso, o papel da aprendizagem virtual na promoção da aquisição de novas habilidades, como aprender uma nova língua, também pode ser examinado.

Outra área de pesquisa que os ciberpsicólogos estão se dedicando a estudar é o vício das pessoas (crianças, jovens e adultos) em tecnologia.  As pessoas estão desenvolvendo uma dependência emocional e adicção (compulsão) as mídias sociais, aos telefones celulares, aos jogos eletrônicos, aos sites de relacionamento, a pornografia, a realidade paralela dos avatares, etc. A Internet se tornou  parte cada vez mais integrante do nosso cotidiano, e muitas  pessoas estão desenvolvendo um relacionamento patológico com essas tecnologias.

Os ciberpsicólogos procuram entender os mecanismos subjacentes à dependência da tecnologia, bem como desenvolver tratamentos potenciais para esses vícios.

Uma área crescente de trabalho para os ciberpsicólogos tem capacidade consultiva junto a empresas que desenvolvem tecnologias. Por exemplo, os fabricantes de videogames podem empregar os ciberpsicólogos para fornecer insights sobre os desenvolvimentos de jogos que manterão os jogadores envolvidos. Questões como os tipos de recompensas que os jogadores recebem por completar uma tarefa ou atingir um certo nível no jogo, a maneira pela qual os jogadores podem se comunicar uns com os outros e a simples questão de fornecer aos jogadores um desafio adequado são áreas nas quais um ciberpsicólogo pode oferecer suas percepções e conhecimentos.

Alguns ciberpsicólogos também podem oferecer serviços psicológicos para seus pacientes, como o atendimento de psicoterapia on-line, mas que devem ser oferecidos em ambiente seguro criptografado para manter a segurança dos dados privados. Portanto, atendimentos de paciente mediado por computador como psicoterapia on line, não pode ser realizados em Skipe, Hangouts, Facetime, Whatsapp, Facebook, somente em consultórios virtuais segutros com segurança que garantem a privacidade e criptografia de dados, seguindo as normas internacionais de segurança da HIPAA, HITECH e COPPA.

A ciberpsicologia, nesse contexto, está na vanguarda do desenvolvimento terapêutico, uma vez que ferramentas altamente avançadas, como a realidade virtual, são frequentemente combinadas com técnicas psicológicas tradicionais. Por exemplo, um ciberpsicólogo pode usar um ambiente de realidade virtual para tratar condições específicas, como fobias e estresse pós-traumático. Um cliente que sofre de medo de altura pode ser colocado em um mundo virtual no qual eles são sistematicamente insensíveis a elevações cada vez maiores. Um paciente que sofreu de uma violência de um assalto seguido de um disparo de arma, pode fazer simulações sobre seu estado emocional em diversas dimensões gradativas para minimizar suas angustias de tensos frente ao medo de morrer frente a uma ameaça eminente.

Da mesma forma, um ciberpsicólogo poderia empregar técnicas com manejos adequados para ajudar um cliente com uma fobia social em um mundo virtual no qual eles devem “interagir” com dezenas de pessoas virtuais. Essas técnicas de realidade virtual também se mostraram um tratamento eficaz para o transtorno de estresse pós-traumático.

Os ciberpsicólogos também ajudam nas informações do público sobre o desenvolvimento de perigos tecnológicos e como manter uma internet segura e ética.

Os ciberpsicólogos realizam pesquisas valiosas sobre questões relacionadas à tecnologia como essa e ajudam a informar o público sobre como evitar as armadilhas e os perigos das tecnologias emergentes.

Outro papel importante da ciberpsicologia é ajudar as empresas que desenvolvem tecnologias a fazê-lo de uma maneira que aumente o comportamento humano, em vez de prejudicá-lo. Facilitar a comunicação, melhorar as interações sociais e simplificar o modo como trabalhamos e aprendemos são apenas algumas das maneiras pelas quais a cibersicologia pode ajudar a tornar a tecnologia mais valiosa e menos prejudicial ao nosso cotidiano.

Embora a ciberpsicologia seja uma disciplina nova e altamente singular no campo da psicologia, sua base pode ser encontrada em vários outros sub-campos mais tradicionais. Como resultado, a ciberpsicologia compartilha algumas características com as seguintes áreas:

Psicologia da Pesquisa – Psicólogos neste campo usam métodos empíricos para explorar o comportamento humano, incluindo como os seres humanos se sentem, agem, aprendem e pensam. Psicólogos de pesquisa também exploram anormalidades físicas que afetam o comportamento, como os danos em áreas específicas do cérebro e como esse dano influencia o pensamento e o comportamento.

Os ciberpsicólogos usam métodos empíricos semelhantes para explorar o comportamento humano no contexto de uma relação com a tecnologia.

Entre em contato comigo e agende uma entrevista:

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

CRP 41029-6

INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504

Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP

CEP 11310-071

marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br

www.institutoinclusaobrasil.com.br

https://www.facebook.com/InstitutoInclusaoBrasil/

https://www.facebook.com/marina.almeida.9250

https://www.facebook.com/groups/institutoinclusaobrasil/

 

Atenção: Este site não oferece tratamento ou aconselhamento imediato para pessoas em crise suicida.

Em caso de crise, ligue para 188 (CVV) ou acesse o site www.cvv.org.br.

Em caso de emergência, procure atendimento em um hospital mais próximo.